Enquanto aguardava a partida contra o Vitória, na última sexta-feira, em Salvador, o atacante do São Caetano Leandrão decidiu fazer uma tietagem aos atletas brasileiros do judô que estavam no mesmo hotel na capital baiana.
A delegação treinava para o Mundial por equipes, que foi realizado em Salvador no sábado e domingo. Leandrão era o único dos atletas do time do ABC que ficou o tempo todo ali, interessado. Tirava várias fotos e postava nas redes sociais. Acompanhava atento e com olhar fixo a cada movimento.
Mas o interesse tinha explicação: ele é praticante amador de MMA e pensa até em se tornar um profissional da luta depois que encerrar a carreira. O ex-jogador de Botafogo, Internacional Cruzeiro e Ponte Preta, entre outros, está com 29 anos e pratica jiu-jitsu há 12 anos. É faixa roxa.
“Acordei cedo, tomei um café e já vim aqui acompanhar os treinos. Estou acompanhando a equipe brasileira. Adoro judô. Na academia que treino jiu-jitsu fazemos alguns treinos de judô, porque ajuda nas quedas. Agora estou fazendo fotos e mandando pro pessoal da academia”, falou.
“Não posso me federar pra disputar campeonato [de MMA e jiu-jitsu] por causa do futebol, mas tenho esse expectativa de participar de alguns torneios [de MMA] quando parar, até porque vou participar como veterano. Treino bastante wrestling, agora estou voltando a treinar. Treinei karatê. Agora treino MMA, com muay thai e jiu jitsu", falou.
Leandrão disse, no entanto, que disputa lutas amadoras de MMA nas academias. Ele treina na academia Brazilians Top Teams e afirmou que até teria um combate amador marcado para o último sábado, mas que lesionou o braço.
“Penso, penso sim em lutar MMA [profissionalmente no futuro]. Já fiz algumas lutas amadoras dentro de academia. Tinha uma luta minha amanhã, mas machuquei a mão treinando queda. Mas algumas lutas amadoras e internas eu pratico”, contou.
O atacante afirmou, no entanto, que essa foi a única lesão que teve por praticar o MMA. E que todos os técnicos com quem trabalhou sabem de sua prática paralela.
Mas o interesse tinha explicação: ele é praticante amador de MMA e pensa até em se tornar um profissional da luta depois que encerrar a carreira. O ex-jogador de Botafogo, Internacional Cruzeiro e Ponte Preta, entre outros, está com 29 anos e pratica jiu-jitsu há 12 anos. É faixa roxa.
“Acordei cedo, tomei um café e já vim aqui acompanhar os treinos. Estou acompanhando a equipe brasileira. Adoro judô. Na academia que treino jiu-jitsu fazemos alguns treinos de judô, porque ajuda nas quedas. Agora estou fazendo fotos e mandando pro pessoal da academia”, falou.
“Não posso me federar pra disputar campeonato [de MMA e jiu-jitsu] por causa do futebol, mas tenho esse expectativa de participar de alguns torneios [de MMA] quando parar, até porque vou participar como veterano. Treino bastante wrestling, agora estou voltando a treinar. Treinei karatê. Agora treino MMA, com muay thai e jiu jitsu", falou.
Leandrão disse, no entanto, que disputa lutas amadoras de MMA nas academias. Ele treina na academia Brazilians Top Teams e afirmou que até teria um combate amador marcado para o último sábado, mas que lesionou o braço.
“Penso, penso sim em lutar MMA [profissionalmente no futuro]. Já fiz algumas lutas amadoras dentro de academia. Tinha uma luta minha amanhã, mas machuquei a mão treinando queda. Mas algumas lutas amadoras e internas eu pratico”, contou.
O atacante afirmou, no entanto, que essa foi a única lesão que teve por praticar o MMA. E que todos os técnicos com quem trabalhou sabem de sua prática paralela.
“A primeira coisa que eu faço é dizer que pratico. Mas pratico com cuidado, quando vou lutar eu peço pra usar proteção, caneleira, proteção de tórax e capacete. Eu me cuido muito por causa do futebol”, falou.
“Nunca, nunca [teve lesão]. A única mais grave foi essa da mão. Nunca tive uma lesão mais grave”, contou.
Leandrão ressaltou algumas das características do jiu-jitsu que utiliza no futebol e diz que no esporte que pratica profissionalmente ainda não existe o respeito que há nas artes marciais.
"Sempre me ajudou, é importante fazer [jiu-jitsu], ajuda na minha concentração, paciência e perseverança. Jogador de futebol não trabalha isso que se trabalha na luta, o respeito pelo esporte. O que aprendi na luta me ajudou bastante."
“Nunca, nunca [teve lesão]. A única mais grave foi essa da mão. Nunca tive uma lesão mais grave”, contou.
Leandrão ressaltou algumas das características do jiu-jitsu que utiliza no futebol e diz que no esporte que pratica profissionalmente ainda não existe o respeito que há nas artes marciais.
"Sempre me ajudou, é importante fazer [jiu-jitsu], ajuda na minha concentração, paciência e perseverança. Jogador de futebol não trabalha isso que se trabalha na luta, o respeito pelo esporte. O que aprendi na luta me ajudou bastante."
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